Moana, Moana me chama que eu vou.

Moana, Moana me chama que eu vou.

Eu vou com ela nesse mar de empoderamento, força, determinação, coragem e independência. Navego com ela acreditando na “princesa” de todas as raças e que não precisa necessariamente de um “príncipe” para ser feliz. Pego onda com ela que acredita em si mesma e segue com seus objetivos mesmo quando se depara com alguém que quer colocá-la em um papel inferior por ser “mulher”.

Afinal, uma mulher pode fazer todo o tipo de trabalho que um homem faz. Sim, Moana fala sobre igualdade de gênero. To com ela e com a avó dela, e não abro mão, na questão de uma mulher ajudar a outra a se empoderar, acreditar em si mesma e traçar o seu próprio destino. Porque ninguém define quem seremos e o que faremos, apenas nós mesmas.

Ah Moana como não amar você? Nem precisa chamar que eu vou. Você é de longe a minha preferida, e só para completar é da Polinésia.

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Thaís Vilarinho

Mãe de dois meninos lindos Matheus e Thomás, Fonoaudióloga Clínica. Pratico corrida e Muay Thai. Adoro escrever, viajar, escutar música, ver um bom filme, sair e estar com a família e os amigos. Sou curiosa, adoro conhecer e aprender coisas novas.

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