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	<title>Mãe Fora da Caixa &#187; Ser</title>
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	<description>Para mulheres que pensam além da maternidade</description>
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		<title>O novo corpo</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jul 2017 18:14:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[mãe e corpo]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças na maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[o corpo depois da maternidade]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Grande ingenuidade achar que dá para passar pela gravidez e maternidade e seguir com o mesmo corpo.</p>
<p>Ilusão.</p>
<p>Sei que antes de passar pela experiência é realmente difícil entender o que ser mãe significa e quão profunda é a mudança. Mas imaginar ou até querer que o corpo não mude chega a ser tolice.</p>
<p>O que é um corpo?</p>
<p>Pele, pés, mãos, barriga, braços, pernas,  cabelos, seios, bunda?</p>
<p>Só isso?</p>
<p>Não, corpo é um mundo.</p>
<p>É cérebro, sentimento, coração, células em constante transformação.</p>
<p>Como não mudaria na gestação?</p>
<p>A partir da fecundação a mudança já começa na velocidade da luz.</p>
<p>Vitaminas,</p>
<p>energia,</p>
<p>tudo direcionado para o feto, é fato.</p>
<p>A gravidez é como um vulcão em erupção.</p>
<p>É o momento de formar uma nova vida.</p>
<p>Entrega e doação.</p>
<p>Suga descomunalmente da gente.</p>
<p>É tão poderoso que não só muda, como muda profundamente.</p>
<p>E não é só o esticar da pele para as estrias aparecerem, ou a retenção de líquido para a celulite dar as caras.</p>
<p>Ahhhh se essas fossem as únicas mudanças.</p>
<p>A gente muda também na respiração na mente e na emoção.</p>
<p>E essas mudanças, nenhum &#8220;tratamento de beleza&#8221; consegue reverter.</p>
<p>Vão-se vitaminas e energia. Lapsos de memória. Sentimentos misturados.</p>
<p>É o momento da vida que o nosso corpo é mais usado,</p>
<p>é o momento que o nosso corpo trabalha como nunca trabalhou.</p>
<p>E então, quando a gravidez fica para trás e eles nascem o vulcão continua ativo.</p>
<p>Amamentação a todo vapor.</p>
<p>Cabelos caem.</p>
<p>Unhas quebram.</p>
<p>Emoção em ebulição.</p>
<p>Puerpério amigo escudeiro.</p>
<p>Os órgãos tentam se acomodar e nós precisamos de paz para deixar o novo corpo surgir e encontrar o seu lugar.</p>
<p>E o amor que tanto se fala não é só beijinho e abraço e sim entregar seu corpo como abrigo.</p>
<p>Precisamos nos cuidar?</p>
<p>Com certeza.</p>
<p>Mas nunca achar que não iremos mudar.</p>
<p>Como querer ter filho e não aceitar ter o corpo mudado ou marcado?</p>
<p>Percebe a tolice?</p>
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		<title>A grande razão</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jul 2017 18:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[a grande razão da maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[força das mães]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E por um grande motivo, muitas vezes, ela costura um sorriso na boca quando a vontade é de chorar uma cachoeira inteira.</p>
<p>Por esse mesmo motivo os pés caminham nem sempre na direção que ela gostaria de seguir.</p>
<p>O motivo que a faz ter forças nos braços para ninar por uma hora seguida também é exatamente o mesmo.</p>
<p>As olheiras que habitam seu rosto aparecem por essa mesma razão, assim como as rugas ao redor dos olhos.</p>
<p>Algumas horas de tanto sorrir, e outras pelo cansaço das noites mal dormidas.</p>
<p>Por algo que é mais forte do que qualquer coisa, ela mesmo doente e precisando de cama, continua com os pés fincados no chão.</p>
<p>Por essa grande razão ela conta com emoção uma história que não acredita mais. Ela precisa fazer com que eles acreditem que quando alguém morre vira uma estrela e vê tudo lá do céu.</p>
<p>Talvez ela faça isso por ser a única forma de poder, por um instante que seja, acreditar.</p>
<p>Acreditar que esteja onde estiver vai poder sempre olhar por eles.</p>
<p>Pelo mesmo motivo que é maior, que não é desse mundo, ela consegue abrir os olhos vinda de um sono profundo as 3:00 da manhã. Ela tem forças para levantar. Finca os pés no chão, caminha para onde não gostaria de ir naquele momento, vê o seu bebê chorando, costura um sorriso na boca e ainda tem forças nos braços para niná-lo e acalmá-lo o tempo que for necessário.</p>
<p>Por esse motivo, por essa razão, por esse algo que é grande e mais forte do que qualquer coisa é que estamos sempre por eles e para eles.</p>
<p>Até voltamos a acreditar na história da estrelinha para acalmar o nosso coração de mãe.&#8221;</p>
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		<title>Sem idealização, sem frustração</title>
		<link>http://www.maeforadacaixa.com.br/idealizacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 01:47:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[desromantização da maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade Real]]></category>
		<category><![CDATA[relação mãe e bebê]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na gravidez parece que tudo vai ser simples, afinal, é só seguir o Be a Bá dos livros de regras sobre ser mãe. Não é?</p>
<p>Doce ilusão.</p>
<p>Na gravidez a gente romantiza demais.</p>
<p>Mas como romantizar algo sem conhecer a outra parte da relação?</p>
<p>A gente romantiza porque esquece de um grande detalhe: o bebê que vai chegar. Esquecemos que esse bebê é um ser com características próprias.</p>
<p>Os bebês assim como nós tem suas particularidades.</p>
<p>Por isso não esqueça&#8230;</p>
<p>A maternidade não é feita só de mãe.</p>
<p>E sim da mãe, do bebê, de uma realidade singular e de possibilidades decorrentes das particularidades dos dois.</p>
<p>Por isso cuidado com as idealizações.</p>
<p>Você pode morrer de vontade de usar sling, mas seu bebê pode odiar.</p>
<p>Você pode estar certa que seu bebê vai dormir no berço desde a primeira noite, mas ele pode não se adaptar.</p>
<p>Você pode ter certeza absoluta que seu filho vai chupar chupeta, mas ele pode não pegar.</p>
<p>Por isso o grande segredo para não ter frustração é: não idealize, espere para ver o que vai acontecer já que a maternidade não depende só de você, mas também do seu bebê.</p>
<p>Texto: @maeforadacaixa</p>
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		<title>O sentimento de ser filha e mãe ao mesmo tempo</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 01:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[relação com os pais após a maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[relação dos avós com os netos]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o bebê nasce nascemos como mães e nossos pais como avós.</p>
<p>Esse ciclo da vida é lindo, mas um tanto conflituoso.</p>
<p>Tudo fica misturado, os sentimentos tentando achar um cantinho como filha, e outro como mãe.</p>
<p>Para os nossos pais deve ser igualmente confuso.</p>
<p>Percebo que eles não nascem como avós, e sim renascem por já terem cuidado de nós.</p>
<p>Se tornar vó ou vô tem uma conotação suave, tem o frescor de uma manhã de outono.</p>
<p>Frescor de quem já teve que ser a voz da educação e agora pode ser só gargalhada.</p>
<p>Leveza de quem quer se relacionar para deixar alegrias e bons momentos na memória dos netos.</p>
<p>Sabedoria de quem entende que a vida passa rápido, e que qualquer &#8220;até logo&#8221; pode ser &#8220;um adeus.&#8221; Não existe relação mais linda nesse mundo.</p>
<p>E eu fico aqui tentando lidar com tudo isso.</p>
<p>Não sou mais a filha que tem que obedecer, mas sim a mãe que tem que direcionar.</p>
<p>Sinto que meus pais ficam aborrecidos por algumas atitudes que tenho que tomar com os meus filhos.</p>
<p>Claro, o olhar deles é outro, eu entendo.</p>
<p>Mas gostaria de dizer que estou em um papel que eles já estiveram, e eu juro que a cada atitude que eu tomo estou dando o meu melhor. Assim como tenho certeza que deram por mim.</p>
<p>Por favor, não se aborreçam comigo.</p>
<p>Quando vocês se aborrecem meu aborrecimento é infinitamente maior. Porque além de eu ter que lidar com esse sentimento, tenho que lidar com meu medo de estar ou não fazendo a coisa certa.</p>
<p>Já é muito difícil ter que ser dura, por isso me entendam, compreendo o sentimento  de vocês, mas não posso sair do meu lugar de mãe para ter o olhar que vocês têm.</p>
<p>As coisas sairiam dos trilhos</p>
<p>Sou pequena nessa vida de mãe, tenho muito chão pela frente.</p>
<p>Erro e vou tomar muitos tombos, tenho muitos desafios para enfrentar, é difícil achar a medida.</p>
<p>Sigo tentando unir esses dois mundos: ser filha e ser mãe, entender vocês e me entender, escutá-los mas também saber me ouvir. Achar o meu lugar em cada relação.</p>
<p>E o que importa é que estamos caminhando nesse ciclo da vida juntos.</p>
<p>A minha maior alegria é ver a relação que vocês construíram com eles.</p>
<p>Gratidão pelas doces e alegres memórias na vida dos meus meninos.</p>
<p>Com amor,</p>
<p>Sua filha</p>
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		<title>Sentimento universal</title>
		<link>http://www.maeforadacaixa.com.br/sentimento-universal/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 01:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não importa se você mora em Londres ou em uma ilha no Pacífico.</p>
<p>Se você trabalha fora ou fica em casa.</p>
<p>Se é católica ou espírita.</p>
<p>Se é casada com o pai do seu filho, separada, ou se é mãe solo.</p>
<p>Nem se é mãe natural ou adotiva.</p>
<p>Tampouco importa sua classe social e a língua que você fala.</p>
<p>Pode acreditar, nada disso importa.</p>
<p>A maternidade é sim muito particular para cada mulher nas questões práticas, no caminho que você decide trilhar com relação a criar e educar os filhos.</p>
<p>Mas na hora que chegamos na nossa essência, no mais profundo dos sentimentos, somos todas iguais.</p>
<p>E é isso que nos une.</p>
<p>Por isso essa rede de troca e apoio que criamos por aqui é tão linda.</p>
<p>Não é pelas discussões sobre dar ou não chupeta, ou a dúvida de dar papinha a partir de 6 ou 10 meses.</p>
<p>Não é nada disso!</p>
<p>O que nos une são os sentimentos controversos que a maternidade traz. Essa sensação de cansaço e amor misturados.</p>
<p>O que nos mantém abraçadas, mesmo que a milhas de distância, é saber que compartilhamos do mesmo medo com relação a finitude da vida e do mesmo saudosismo quando vemos fotos antigas dos nossos filhos.</p>
<p>O que nos mantém ligadas é entender que se buscarmos pela perfeição a culpa vai encontrar morada.</p>
<p>É percebermos que somos humanas e não super heroínas, e que mesmo com todos os nossos defeitos, somos as melhores mães que conseguimos.</p>
<p>O que nos mantém juntas é descobrir que a maternidade realiza no silêncio para todas.</p>
<p>O que nos conecta é termos a mesma vontade de querer que uma fase passe pelo cansaço que algo nos causa, mas saber que vamos sentir falta do que se foi.</p>
<p>O que nos une é compartilhar a opinião de que a teoria é uma coisa e a prática outra, e que o melhor caminho é o nosso instinto.</p>
<p>A vontade de ser ombro amigo vem de saber que todas temos vontade de sumir, que choramos no chuveiro, assim como rimos a cada conquista dos filhos e que amamos o cheirinho que eles tem no pescocinho.</p>
<p>O que faz com que, mesmo sem nos conhecermos, sintamos essa sensação de que somos velhas amigas é saber que a maternidade nos transforma mais profundamente do que a metamorfose das borboletas.</p>
<p>Estamos juntas porque a nossa essência é universal!&#8221;</p>
<p>Texto: @maeforadacaixa </p>
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		<title>Compartilhar experiências é diferente de doutrinar</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 01:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[mães perfeitas]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade a seu modo]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade Real]]></category>
		<category><![CDATA[pregação na maternidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“Bebês de 6 meses não podem consumir sal.” “Crianças menores de 2 anos não devem...</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“Bebês de 6 meses não podem consumir sal.”</p>
<p>“Crianças menores de 2 anos não devem consumir açúcar.”</p>
<p>“Até tal idade só pode brincar com brinquedos educativos.”</p>
<p>“Até outra idade, nada de televisão ou aparelhos eletrônicos.”</p>
<p>“Manga com leite da nó nas tripas.”</p>
<p>“Pegar vento entope o nariz.”</p>
<p>“Linha com cuspe grudada na testa faz passar soluço.”</p>
<p>“Criança que fica no colo fica mimada.”</p>
<p>Estudos, teses, teorias fundamentadas cientificamente, mas também muitas maluquices, crendices, sandices sem nenhum respaldo confiável a não ser a opinião da vizinha da prima da tia da cunhada da irmã da sua amiga.</p>
<p>Toda mãe tem direito de seguir os conselhos que quiser, e exercer a maternidade do modo que bem entender.</p>
<p>Pode até compartilhar suas experiências com outras mães como forma de aprendizado.</p>
<p>Compartilhar é saudável, mas se vangloriar do seu “modus operandis” dentro de casa e apontar o dedo é uma agressão.</p>
<p>A diferença está na pregação. No querer doutrinar outras mães a fazer as coisas de outra maneira.</p>
<p>A diferença está no julgamento.</p>
<p>Se você internaliza certas verdades e leva isso para seu dia-a-dia com sua criança, saiba que isso é o seu modo de maternar.</p>
<p>Seu, e só seu.</p>
<p>Se você tem certeza absoluta que cuspir na testa do seu filho e colar um pedaço de linha vai fazer o soluço desaparecer, assim o faça, com fé.</p>
<p>Mas não desdenhe ou julgue mães que colocam isso no topo da lista de absurdos maternos.</p>
<p>Não transforme uma escolha que foi sua em uma verdade absoluta a qual todas devem se curvar e seguir, ou do contrário serão classificadas como péssimas e irresponsáveis.</p>
<p>Escute, filtre, entenda, aceite e siga sua vida.</p>
<p>Faça do seu jeito, escolha o que se encaixa no seu estilo de vida, o que está de acordo com suas crenças e valores.</p>
<p>E seja qual for a sua escolha, apenas faça com amor.</p>
<p>Texto da leitora: @leticia_pratti</p>
<p>.</p>
<p>Pense em um amor pelos textos das leitoras. Tão bom compartilhar, tão linda essa rede de apoio que a gente criou por aqui! Eu só tenho a agradecer vocês! </p>
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		<title>Sentimento de finitude</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 00:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ser]]></category>
		<category><![CDATA[medos de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento de finitude de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Eles se aconchegavam no meu colo. Só conseguiam caminhar segurando com as pequenas mãozinhas, as...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eles se aconchegavam no meu colo.</p>
<p>Só conseguiam caminhar segurando com as pequenas mãozinhas, as minhas.</p>
<p>Hoje correm atrás da bola e fazem gol.</p>
<p>Ficam em pé na prancha para pegar onda.</p>
<p>Caminham para longe.</p>
<p>Começam a partir em doses homeopáticas.</p>
<p>Filhos crescem rápido, é fato.</p>
<p>Mas não é sobre isso.</p>
<p>É sobre o cordão invisível</p>
<p>O cordão que não se vê, mas se sente.</p>
<p>O cordão que não sabemos quando vai deixar de existir.</p>
<p>Tem dias que está bem preso, mas em outros mais solto.</p>
<p>Talvez não seja sobre o cordão invisível,</p>
<p>mas sobre o nosso sentimento de finitude.</p>
<p>Chega a embrulhar o estômago.</p>
<p>Dói.</p>
<p>Amarga a boca.</p>
<p>Da medo de andar de avião sem eles e o cordão estourar.</p>
<p>Não, por favor, eu tenho filhos para cuidar e educar!</p>
<p>Chega a fazer mal pensar na possibilidade da não existência.</p>
<p>O medo de partir,</p>
<p>Antes não existia, hoje domina.</p>
<p>Mas será que incomoda por eles precisarem de nós fisicamente ou pelo nosso apego?</p>
<p>Se estão conseguindo partir é porque tem confiança.</p>
<p>Se vão é porque tem algo que os faz ser fortes.</p>
<p>São fortes mesmo sem eu estar presente fisicamente.</p>
<p>Será que é através desse cordão que recebem a coragem?</p>
<p>E as mães que partiram desse mundo deixando seus filhos?</p>
<p>O que as liga a eles?</p>
<p>De onde vem a força desses filhos para seguir e a coragem para enfrentar?</p>
<p>De quem fica? Parte com certeza.</p>
<p>Mas e o cordão, será que não seria a solução?</p>
<p>Só pode ser isso.</p>
<p>Você acha que Deus deixaria as mães, que já estão em outro plano, desconectadas dos filhos?</p>
<p>Nunca!</p>
<p>Quanta tolice a minha achar que o cordão romperia algum dia.</p>
<p>É eterno, infinito e para sempre.&#8221;</p>
<p>Texto: @maeforadacaixa</p>
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		<title>A Beleza do cordão</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jun 2017 23:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ser]]></category>
		<category><![CDATA[cordão umbilical]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade Real]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Tão linda essa história do cordão&#8230; Cria-se esse cordão que une e alimenta o bebê...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Tão linda essa história do cordão&#8230;</p>
<p>Cria-se esse cordão que une e alimenta o bebê por nove meses na barriga da mãe.</p>
<p>A natureza já mostra desde a criação a importância da união, de sermos plural e não singular.</p>
<p>A amizade que une duas ou mais pessoas através da empatia.</p>
<p>A família que se mantém unida mesmo com pessoas tão diferentes.</p>
<p>O amor que une duas histórias.</p>
<p>E desse amor surgir o desejo de um filho.</p>
<p>Ai então, através do cordão, surgir uma nova vida.</p>
<p>E tudo novo, começa de novo.</p>
<p>É sempre sobre união é sempre sobre o amor.&#8221;</p>
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		<title>Piloto do programa Mãe Fora da Caixa</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jun 2017 23:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Entre amigas]]></category>
		<category><![CDATA[Falar]]></category>
		<category><![CDATA[Ser]]></category>
		<category><![CDATA[bate papo sobre maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Canal Mãe fora da Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Mãe Fora da Caixa]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um pouquinho do que vai ser o nosso programa no canal do YouTube. Um bate...</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um pouquinho do que vai ser o nosso programa no canal do YouTube.</p>
<p>Um bate papo entre amigas</p>
<p>Eu</p>
<p>@naterciatiba do @mulhersemscript</p>
<p>e @alexandraloras</p>
<p>Esse foi gravado no ano passado, no início do nosso projeto, que tomou corpo e ganhou mais uma integrante @liliprata esse ano.</p>
<p>Semana que vem estreamos com as quatro.</p>
<p>Enfim os textos viraram vídeos.&#8221; Agradeço aqui todo o carinho da @inspiratoriumescola que gravou o nosso piloto.</p>
<p>Espero que gostem!</p>
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		<title>Falando sobre paternidade</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jun 2017 23:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Entre amigas]]></category>
		<category><![CDATA[Falar]]></category>
		<category><![CDATA[Ser]]></category>
		<category><![CDATA[a função do pai]]></category>
		<category><![CDATA[Pai fora da Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[paternidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“Paternidade é uma função própria do pai, com direitos e obrigações familiares importantes. Pai não...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>“Paternidade é uma função própria do pai, com direitos e obrigações familiares importantes. Pai não é coadjuvante da mãe, é seu complementar.</p>
<p>.</p>
<p>A mãe costuma pedir ajuda ao pai: Ajude aqui, por favor, fique um pouco com as crianças! Ele acha que está apenas ajudando a mãe e não se sente fazendo a sua parte. Muitos pais nada fazem enquanto suas mulheres não pedem. Para os filhos não interessa se é a mãe que está muito ativa ou se o pai é muito passivo. O que eles precisam é de pai e de mãe. Neste ponto, alguns pais reclamam que suas mulheres os tratam como se fossem filhos.</p>
<p>.</p>
<p>Um pai acomodado, além de não ser um bom exemplo na família, estimula o filho a explorar a mãe. Numa família assim pode se estabelecer uma confusão entre pai acomodado/pai bonzinho e mãe ativa/mãe rabugenta – quando na realidade o pai é negligente e a mãe ativa é obrigada a cobrar as obrigações de todos.</p>
<p>.</p>
<p>Há muitos homens, no entanto, que já assumem bem mais seu papel. Muito longe de querer substituir a mãe, eles querem tomar parte na educação do filho. Reparei em um passageiro que, em pleno voo, trocava as fraldas de seu bebê, que deveria ter um ano de idade. A mãe não estava presente. Um bebê cuidado pela mãe e pelo pai cresce com menos preconceitos e com menos machismo. Aquela família parece estar desenvolvendo a Alta Performance.”</p>
<p>.</p>
<p>Texto do livro: &#8220;Família de alta performance&#8221; do saudoso @icamitiba</p>
<p>&nbsp;</p>
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