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	<title>Mãe Fora da Caixa &#187; Artigos</title>
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	<description>Para mulheres que pensam além da maternidade</description>
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		<title>Colo só faz bem</title>
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		<pubDate>Fri, 26 May 2017 17:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Um estudo realizado por pesquisadores da área de psicologia da Universidade de Notre Dame, concluiu...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado por pesquisadores da área de psicologia da Universidade de Notre Dame, concluiu que adultos que receberam carinho e colo à vontade na primeira infância são menos ansiosos e têm uma saúde mental melhor.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, o que os pais fazem nesses primeiros meses e no primeiro ano de vida dos filhos influencia na maneira como o cérebro deles se desenvolve pelo resto da vida.</p>
<p>“Que os pais os abracem, que os toquem, que os embalem. Isso é que os bebês esperam.  Eles crescem melhor dessa maneira. Isso os mantém calmos porque todos os sistemas corporais e neuronais ainda estão se estabelecendo, descobrindo como vão funcionar.</p>
<p>Se os adultos deixam que os bebês chorem muito, esses sistemas desenvolverão um gatilho fácil para o estresse. Por isso, os adultos que tiveram menos contato e menos carinho costumam ter reações de estresse mais vezes e sentem dificuldades para se acalmar”, diz Darcia Narvaez, professora de psicologia da Universidade de Notre Dame e líder dapesquisa.</p>
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		<title>“Na prática, a teoria é outra.”</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 12:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Hoje a Giovana Baldissera estréia como colaboradora aqui do blog. Ela é nutricionista e tem muita...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje a <a href="http://www.giovanabaldissera.com.br" class="broken_link">Giovana Baldissera</a> estréia como colaboradora aqui do blog. Ela é nutricionista e tem muita coisa bacana para contar para a gente. Esse texto está incrível e esclarecedor para grávidas e para aquelas que pensam em engravidar. Espero que gostem! Giovana, seja bem vinda!</p>
<p>&#8220;Muitas mães se identificarão com tal afirmação, principalmente no que diz respeito aos cuidados com a alimentação e a nutrição adequada de seus bebês. Sabe-se que Organização Mundial da Saúde, bem como o Ministério da Saúde/BR e a Sociedade Brasileira de Nutrição recomendam o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de idade e, a partir disso, a inserção de papas de frutas e papas salgadas. Todas as mães sabem disso, mas por que nem todas conseguem seguir as recomendações?</p>
<p>O período pós-parto é um momento desafiador para as mães, uma vez que tal período exige total atenção às demandas do bebê além de muita concentração em seus próprios comportamentos de saúde. Neste sentido, a organização e os comportamentos relacionados à alimentação e controle de seu próprio peso bem como do ganho de peso do bebê são fundamentais para uma evolução saudável. Portanto, as intervenções devem considerar tanto as percepções de nutrição quanto práticas de exercício físico. Para muitas mães, o retorno ao trabalho parece oferecer uma oportunidade para mudanças positivas a esse respeito, mas, só um pouquinho: e o leite do bebê? E a papinha? E quem vai cuidar dele? E minha academia? Não, não, o relatório para o chefe! Calma, o bebê chorou (e assim por diante).</p>
<p>Vamos começar pelo começo, que é muito tempo antes da gestação. Estudos e evidências chamam atenção para o fato de que, quanto maior o tempo de prática de um estilo de vida saudável e quanto melhores forem esses hábitos bastante tempo antes da gestação, igualmente melhores e mais rápidos serão os resultados da recuperação e mais fácil será a manutenção desses hábitos que se perpetuarão na vida dos filhos desde bebês. Estudos sugerem que, quanto maior o tempo de prática de exercício físico regular antes da gestação e quando continuada a prática orientada durante a gestação, mais rápida é a velocidade da recuperação física e retorno à composição corporal pré-gestacional da mãe após o parto. Isso vai muito além de uma vida saudável, isso tem muito a ver com autoestima da mãe, tão delicada e importante justamente nessa fase, pois reflete em emoções sentidas pelo bebê e por toda a família. Além disso, evidências apontam que, quando as mães alimentam-se adequadamente e praticam exercício físico regular, a qualidade das células tronco do cordão umbilical do bebê é superior à de bebês cujas mães eram sedentárias antes e durante a gestação. Mais um ponto para a saúde!</p>
<p>No que diz respeito à alimentação adequada durante a gestação, cada trimestre exigirá um cuidado diferente e especial, sobre os quais falaremos no próximo texto. Com relação à prática de exercício físico, quando autorizado pelo médico responsável e bem orientado por um profissional da educação física e do esporte, o exercício é capaz de diminuir a incidência de diabetes gestacional, que leva à redução do risco de macrossomia, menor ganho de peso materno, melhora do humor e da postura, melhora do tônus ​​e da resistência muscular, melhora do sono e uma melhor capacidade de lidar com trabalho. Tais benefícios perduram caso o exercício seja contínuo no período pós-parto, além um retorno mais rápido ao peso pré-gestacional.</p>
<p>Há algum benefício a longo prazo para os filhos de mães que se exercitaram durante a gravidez? As crianças de mães que praticam exercício apresentam menor ganho de peso excessivo e percentual de gordura corporal, ou seja, tendem a apresentar um peso saudável, além de possuírem um desenvolvimento cognitivo com melhores habilidades de linguagem oral e resultados de testes de QI mais elevados. Quando os hábitos são adotados por toda a família, os benefícios são ainda maiores.</p>
<p>E, voltando à questão da organização, os cuidados com a alimentação associados à prática de exercícios físicos são potencializados pela lactação, a qual contribui principalmente para a saúde de seu bebê (e, consequentemente, para a sua saúde e tranquilidade) mas também de maneira muito significativa na perda de peso pós-parto.</p>
<p>Portanto, dada a importância de uma alimentação adequada associada ao exercício físico e a gama de benefícios que essa combinação proporciona, é papel dos profissionais da saúde realizar orientação clara sobre as estratégias mais eficazes de comportamento e estilo de vida. É direito das mamães e nossa obrigação, logo, exija de seu médico, de sua nutricionista e de seu profissional de educação física e esporte informações e orientações em nome de sua saúde e de seu bebê.&#8221;</p>
<p>Nutricionista Giovana Baldissera – CRN3 46333</p>
<p>Mestre em Ciências da Reabilitação Cardiopulmonar e Metabólica (UFCSPA)</p>
<p>Referências:</p>
<p>Bertz F et al., 2012. Diet and exercise weight-loss trial in lactating overweight and obese women.</p>
<p>Currie et al., 2013. Reducing the Decline in Physical Activity during Pregnancy: A Systematic Review of Behaviour Change Interventions.</p>
<p>Price et al., 2012. Content Analysis of Motivational Counseling Calls Targeting Obesity-Related Behaviors Among Postpartum Women.</p>
<p>Woodman S., Reina-Fernandez J, 2014. Exercising in pregnancy: what advice should be given to patients?</p>
<p>Zanotti et al., 2015. Factors associated with postpartum weight retention in a Brazilian cohort.</p>
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		<title>O dizer &#8220;não&#8221; na educação</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2015 06:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pensar]]></category>
		<category><![CDATA[Içami Tiba]]></category>
		<category><![CDATA[O dizer "não" na educação]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto do querido Içami Tiba li em 2011, mas é tão atual que merece ser sempre compartilhado, principalmente para aquelas mães que estão começando a se aventurar pela maternidade. Uma das frases que mais me marcou, foi ser sempre fiel aos &#8220;nãos&#8221; que você dá, é difícil mas  é importante para a criança saber aceitar uma regra.</p>
<p>Hoje os meus com 8 e 7 anos, ainda dou muitooooos nãos, mas alguns eles aprenderam desde cedo e nem questionam mais.</p>
<p><em>&#8220;É muito comum os pais se queixarem que seus filhos não atendem aos <strong>nãos</strong> que eles lhes falam, ordenam, pedem, imploram ou mesmo quando  dão a entender&#8230;</em></p>
<p><em>Esta desobediência ao <strong>não</strong> dos pais é globalizada. Praticamente todas as crianças do planeta custam a obedecer os seus pais. Há exceções, que são raras, que confirmam a regra de que os filhos hoje estão desobedientes aos seus pais.</em></p>
<p><em>É bastante comum eu ouvir este lamento de mães dito com um grande desânimo: Meu filho não me obedece, grita comigo, faz só o que quer, me agride, me ofende&#8230; Então eu pergunto: Quantos anos ele tem?  Elas respondem: 2 anos!</em></p>
<p><em>Como pode uma criança de dois anos de idade tumultuar tanto a vida da sua mãe?</em></p>
<p><em>Digo com bastante convicção que é devido ao que o filho recebeu, como educação ou não, do que lhe aconteceu desde que nasceu. Raríssimos são os casos em que as crianças nascem desobedientes, como doenças psiquiátricas e graves transtornos psicológicos e de caráter. A maioria nasce absolutamente normal e vai se tornando inadequada ou deseducada aos poucos.</em></p>
<p><em>Um nenê que durma no colo para depois ser colocado no bercinho já começa um costume errado, pois lugar de dormir passa ser o colo e não o berço. Se, cada vez que acorda durante a noite, ele é pego no colo ele aprende que berço não é lugar para ele ficar, e passa a reivindicar a ficar no colo, onde irá adormecer. O nenê começa a formar a imagem de que só deve ir ao berço quando já estiver dormindo. Assim se ele for colocado no berço ainda acordado, ele se recusará a ficar no berço e criará mil desculpas próprias da idade para não ficar no berço. Sem dúvida é muito gostoso dormir no calor, no balanço e no afeto de um colo do que no bercinho. Não é natural no ser humano acordar em um lugar que ele não deitou.  Enquanto ele nada sabe, ele dorme em qualquer lugar, portanto ele após arrotar o que mamou deve ser colocado de lado no berço para dormir, por mais que os adultos queiram lhe dar colo. O nenê chorar no berço, gritar, dizer palavras incompreensíveis etc é uma defesa natural por preferir fazer o que aprendeu, dormir no colo. Ele já sabe que está lutando por um direito que ganhou dos pais que queriam muito mais agradá-lo do que não o educar. O nenê não está desrespeitando ninguém. São os adultos à sua volta que não souberam educá-lo a dormir sozinho no berço. Quem aprende dormir no colo não quer saber se naquela noite os pais não têm como dar-lhe colo. Ele luta para dormir no que já se acostumou: o colo.</em></p>
<p><em>Um ponto muito importante que todos os humanos deveriam saber é: “Ninguém sente falta do que não conhece, mas arca com suas consequências”.</em></p>
<p><em>Todos sabem que lugar do bebê dormir é no berço e não no colo, mas como a maioria não sabe que o local do bebê adormecer também deve ser no berço, arcam com as conseqüências de um bebê que acaba atrapalhando o sono dos pais e muitas vezes até separando os cônjuges. Amor é muito bom, mas não resolve este problema das noites mal dormidas de todos na família. Não é errando que se aprende, mas sim corrigindo o erro.</em></p>
<p><em>Assim também muitos <strong>nãos</strong> dos pais não são obedecidos principalmente pelos filhos:</em></p>
<ul>
<li><em>que percebem que o <strong>não</strong> pode ser transformado em <strong>sim;</strong></em></li>
<li><em>que nada lhe acontece se não obedecer ao <strong>não</strong> e continuar fazendo o que queria;</em></li>
<li><em>que os pais num dia dizem <strong>sim</strong> e noutro, <strong>não;</strong></em></li>
<li><em>que basta questioná-los que eles deixam quando os pais não têm respostas;</em></li>
<li><em>que a boca diz <strong>não,</strong> mas os olhos dizem <strong>sim</strong>;</em></li>
<li><em>que a palavra diz <strong>não,</strong> mas todo o comportamento diz <strong>sim</strong>;</em></li>
<li><em>que o agora <strong>não</strong> se transforma em daqui a pouco pode.&#8221;</em></li>
</ul>
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		<title>“É tempo de voltar para casa”</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2015 06:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
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<p id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8383" class="yiv8447423763MsoNormal"><span id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8382">Esse comercial de uma rede de supermercados alemã me fez chorar e pensar muito em como precisamos fazer de tudo para ficar perto das pessoas que amamos.</span></p>
</div>
<div id="yiv8447423763yui_3_16_0_1_1449613828093_2384">
<p id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8376" class="yiv8447423763MsoNormal"><span id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8377">Arranjamos muitas desculpas e</span>, quando vemos, o tempo passou!</p>
</div>
<div id="yiv8447423763yui_3_16_0_1_1449613828093_2390">
<p id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8371" class="yiv8447423763MsoNormal"><span id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8375">O vídeo conta a história de um idoso que chega em casa após as compras no supermercado e ouve os recados dos filhos na secretária eletrônica, dizendo que, naquele ano, não poderiam passar o Natal com </span>ele.</p>
</div>
<div id="yiv8447423763yui_3_16_0_1_1449613828093_2392">
<p id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8373" class="yiv8447423763MsoNormal"><span id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8374">No recado, os filhos prometem estar presentes no próximo ano, mas três anos se passam e ele continua sozinho no Natal.No ano seguinte, os filhos recebem uma correspondência avisando que o pai havia falecido e, </span><span id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8386">aturdidos, vão todos se encontrar para o funeral</span><span id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8372">. No entanto, quando chegam à casa do pai, encontram a mesa organizada e uma ceia posta para todos.</span></p>
<div id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8384" class="thread-quoted-text unselectable" title="Mostrar mensagem original">
<div id="yiv8447423763yui_3_16_0_1_1449613828093_2394">
<p id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8448" class="yiv8447423763MsoNormal"><span id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8447">No momento, o pai sai pela porta da cozinha e pergunta: </span><strong id="yiv8447423763yui_3_16_0_1_1449613828093_2396"><span id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8454">“De que outra forma eu conseguiria que estivéssemos todos juntos?”</span></strong><span id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8455"> Então, todos começam a sorrir e se abraçar e, logo depois, a família aparece reunida na mesa de Natal.</span></p>
</div>
<div id="yiv8447423763yui_3_16_0_1_1449613828093_2398">
<p id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8445" class="yiv8447423763MsoNormal"><span id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8446">O comercial termina com o slogan </span><strong id="yiv8447423763yui_3_16_0_1_1449613828093_2400">“É tempo de voltar para casa”</strong>.</p>
</div>
<div id="yiv8447423763yui_3_16_0_1_1449613828093_2404">
<p id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8441" class="yiv8447423763MsoNormal"><span id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8444">Nesse período do ano, refletimos no que passou e também fazemos listas de promessas para o próximo ano. Proponho a você fazer o possível para estar presente na vida das pessoas que você ama, ser gentil, ser amoroso e no final de 2016 </span>fazer <span id="yui_3_16_0_1_1449616498824_8443">um balanço de como foi bom esse contato.</span></p>
<p class="yiv8447423763MsoNormal">
</div>
</div>
</div>
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</div>
</div>
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</div>
</div>
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</div>
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<div class="thread-footer withicons"></div>
</div>
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		<title>Ensinando justiça às crianças</title>
		<link>http://www.maeforadacaixa.com.br/ensinando-justica-criancas/</link>
		<comments>http://www.maeforadacaixa.com.br/ensinando-justica-criancas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2015 00:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Vilarinho]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[educar]]></category>
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		<category><![CDATA[Justiça]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Esse texto caiu como uma luva pra mim, meus filhos seguidamente, repetem a frase: &#8220;isso...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto caiu como uma luva pra mim, meus filhos seguidamente, repetem a frase: &#8220;isso não é justo&#8221;, seja por uma divisão de guloseima, seja uma repreensão, uma briguinha entre eles&#8230;enfim nada nunca é justo&#8230;</p>
<p>Pesquisando sobre o tema, de como ensiná-los a lidar com esse senso de justiça, encontrei esse texto, que achei muito interessante e me fez refletir para saber agir da melhor forma com eles.</p>
<p>E com vocês também tem muita &#8220;injustiça&#8221; por aí?</p>
<p><a href="http://www.maeforadacaixa.com.br/wp-content/uploads/2015/11/10-2-interna.jpg"><img class="aligncenter wp-image-4696 size-medium" src="http://www.maeforadacaixa.com.br/wp-content/uploads/2015/11/10-2-interna-300x203.jpg" alt="10-2-interna" width="300" height="203" /></a></p>
<p>&#8220;Tem um antigo conto árabe de que gosto muito. Ele relata a briga de três crianças amigas que, ao ganharem de um bondoso mercador uma porção de figos secos, não conseguiam fazer a divisão do presente ganho. A todo momento uma das crianças reclamava que seus figos eram menores que os dos outros, ou um dizia que, como ele era maior, merecia os maiores figos&#8230; A briga foi ganhando uma proporção gigantesca.</p>
<p>Eles estavam quase chegando a se agredir fisicamente quando um ancião passou pelos três e perguntou o que estava havendo. As crianças relataram todo o ocorrido e, percebendo o olhar sábio do idoso, decidiram pedir ajuda para resolver a situação.</p>
<p>O velho sábio, então, perguntou para os meninos se eles queriam que ele fizesse a divisão conforme as leis dos homens ou a de Deus. Em uníssono, eles responderem que queriam conforme a lei de Deus. O ancião pegou todos os figos, olhou para os três e começou a<br />
divisão. Para um dos meninos, ele deu a maior parte dos figos, para o outro, um figo seco só e para último não deu nada. Os dois garotos, vendo o colega de mão cheia, começaram a gritar: “Isso não é justo!” e, em seguida, questionaram o porquê daquela divisão. O sábio respondeu que eles pediram a divisão conforme a lei de Deus, portanto, assim ele o fez, já que Deus dá para uns muito, para outros pouco e para os demais, nada.</p>
<p>Essa história me vem à cabeça sempre que ouço em casa minhas filhas falando: “Isso não é justo!”. É uma frase curta, mas que é repetida muitas vezes entre elas, quando discutem, ou dirigida aos pais quando tomam alguma decisão ou fazem algo que desagrada uma delas, ou ambas. E não só em casa essa frase é ouvida. Também ouço “Isso não é justo” em festas de aniversário, na casa de amigos que têm filhos, em ambientes que as crianças frequentam.</p>
<p><strong>Como ensinar a justiça para nossos filhos? </strong>Que tarefa hercúlea ensinar justiça para as crianças num país tão, mas tão injusto quanto o Brasil. O que sei é que elas estão muito antenadas com o mundo ao seu redor e, se queremos que elas captem alguma essência sobre a justiça, temos de tomar cuidado com nossos discursos.</p>
<p>Lembro bem de uma mãe me relatando que tinha ido ao shopping comprar um presente com seu filho de 4 anos. Ao entrar na loja, a mãe escolheu o que queria comprar, mas, quando foi pagar, percebeu que havia esquecido a carteira no carro. Ao ouvir a mãe dizendo que havia esquecido o dinheiro para a atendente, ele rapidamente disse: “Não tem problema, você pode roubar o presente”. A mãe ficou assustada com esse comentário e perguntou de onde aquilo tinha saído. O menino, então, respondeu que seu pai sempre dizia que no Brasil todos roubam, portanto, ela também podia roubar.</p>
<p>A noção de justiça é bem complexa, porém, existem conceitos que podem ser assimilados pelas crianças. A justiça não pode ser apenas um discurso, mas uma prática. Há muitas pessoas que não roubam no Brasil e é preciso dizer isso para as crianças. Na minha casa, falo com certa frequência para as minhas filhas tentarem se colocar no lugar do outro para avaliar se houve ou não uma injustiça. Elas param, fazem cara de pensamento e, a partir daí, começa uma conversa muito instigante e provocadora de reflexões.&#8221;</p>
<p><a href="http://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Ilan-Brenman/noticia/2015/05/como-ensinar-justica-aos-nossos-filhos.html">Ilan Brenman</a> é doutor em Educação e um dos principais escritores de literatura infantil do Brasil.</p>
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